Integração TMS ↔ Provedores
Centralize integrações com terceiros em uma camada única, reduzindo dependências diretas no core.
- Troca de fornecedor com impacto reduzido
- Contrato único de consumo
- Observabilidade e auditoria centralizadas
Plataforma de Integração de Sistemas, Dados e Processos
A Synvin cria uma camada central entre seus sistemas e operações, integrando ERPs, APIs, bancos de dados, serviços, planilhas e plataformas externas em fluxos automatizados, rastreáveis e inteligentes.
Componentes típicos de uma plataforma de integração, com governança operacional.
Integrações desacopladas com sistemas internos e externos (REST/HTTP, SOAP, webhooks).
Mapeamento e normalização de payloads e contratos; versionamento de endpoints.
Fluxos síncronos e assíncronos com controle de execução e composição de chamadas.
Timeouts, retries com backoff, fallback e tratamento de indisponibilidade.
Logs estruturados, métricas e correlação por requisição para troubleshooting e SLOs.
Políticas de acesso, segregação por cliente e trilhas de auditoria.
Um pipeline de integração simples, previsível e operável.
Sistema A envia a requisição para a Synvin por um contrato estável.
A Synvin transforma e integra com o Sistema B, aplicando controle de falhas.
A Synvin devolve resposta padronizada e observável ao Sistema A.
Cenários típicos onde uma plataforma operacional reduz custo de mudança.
Centralize integrações com terceiros em uma camada única, reduzindo dependências diretas no core.
Normalize retornos, erros e tempos de resposta, com políticas de resiliência.
Princípios de governança para integrações B2B operadas como serviço.
Separação de credenciais, limites e políticas por cliente/tenant.
Credenciais fora do código; uso de Secrets Manager/Parameter Store e rotação.
Registros com correlação e trilha de eventos para evidências e troubleshooting.
Integração de sistemas, dados e processos em uma camada central, rastreável e governada.
Fluxo típico: Sistema A → Synvin → Sistema B, com retorno padronizado ao Sistema A.
Definições orientadas a operação e documentação.
Encapsula autenticação, protocolo e particularidades dos provedores.
Converte e normaliza payloads e contratos entre sistemas heterogêneos.
Coordena chamadas, compõe fluxos e aplica políticas de execução.
Timeout, retry com backoff e padrões de tolerância a falhas.
Logs estruturados, métricas e correlação para troubleshooting.
Políticas de acesso, segregação por cliente e auditoria de transações.